Quem SOMOS

O Instituto Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo (InPACTO) foi criado para fortalecer e ampliar as ações realizadas pelo Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, de 2005.

Quando o Pacto Nacional alcançou o marco de 380 signatários, houve a necessidade de ampliar a capacidade de resposta a eles e fortalecer a governança compartilhada para o enfrentamento do trabalho escravo. A mudança do modelo de gestão do Pacto para um instituto composto por empresas, organizações da sociedade civil e organizações representativas dos trabalhadores é resultado da exitosa experiência da iniciativa original em promover ações de responsabilidade social empresarial entre seus signatários.

O processo de transição foi coordenado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, o Instituto Observatório Social e a ONG Repórter Brasil, com a colaboração das empresas Cargill, Carrefour, C&A, Eletrobrás Eletronorte, Grupo André Maggi e Walmart Brasil.

O InPACTO tem como missão promover a prevenção e a erradicação do trabalho escravo no Brasil nas cadeias produtivas de empresas nacionais e internacionais, por meio da gestão do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo.

Em suma, o Instituto Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo (InPACTO) é fruto da experiência de sucesso do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo (2005). Nosso objetivo é promover a união do setor produtivo, seja ele privado, economia mista ou público, e organizações da sociedade civil para prevenir e erradicar o trabalho escravo nas cadeias produtivas.

Por ser uma ação inovadora, que envolve diversos atores e organizações sociais, o InPACTO é reconhecido nacional e internacionalmente como uma iniciativa eficaz no combate ao trabalho escravo contemporâneo. E por estar na vanguarda, dialogando e qualificando a abordagem do setor produtivo acerca desse desafio, promovendo o protagonismo e ação coletiva do setor   produtivo por mais de uma década, é convidado para colaborar com governos, organizações empresarias e sociedade civil no Brasil e internacionalmente.

Histórico

Em 2004, a Secretaria de Direitos Humanos solicitou à OIT Brasil que financiasse um estudo de cadeias produtivas para identificar setores econômicos afetados pelo trabalho escravo. Tendo como base a Lista Suja, pesquisadores da ONG Repórter Brasil mapearam as relações comerciais de 100 empregadores que constavam na lista suja. O resultado da pesquisa revelou uma rede de 200 empresas...

Com essa informação em mãos, a OIT apoiou o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social na condução de reuniões com as empresas identificadas no estudo. O diálogo com elas levou ao lançamento do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, no dia 19 Maio de 2005, com mais de 400 signatárias. O Pacto tornou público o compromisso do setor empresarial em combater o...

O Pacto se tornou então uma experiência inovadora em sua visão de compartilhar responsabilidades quanto à necessidade de prevenção e combate ao trabalho escravo, envolvendo pela primeira vez o setor empresarial nesta luta. Foi reconhecido pela ONU como uma referência internacional e um importante mecanismo de enfrentamento a essa grave violação de direitos humanos. Esse PACTO também...

Um dos grandes diferenciais do Pacto é que seus signatários se comprometem a cumprir compromissos, que são linhas estratégicas de ação que as empresas devem desenvolver e implementar para enfrentar o trabalho escravo em suas cadeias produtivas. O cumprimento desses compromissos é monitorado anualmente, e
Ao tempo em que o acordo ganhava mais e mais signatários, foi necessário...

No início de 2014, o Pacto já contava com mais de 400 signatários que, juntos, representavam mais de 35% do PIB brasileiro. A fim de dar conta de seu funcionamento e possibilitar seu fortalecimento e expansão, o Comitê Gestor decidiu então criar um Instituto para profissionalizar o suporte ao setor produtivo que busca por novos saberes e ferramentas para identificar, prevenir e erradicar...

Missão, visão e valores

Missão

Promover a prevenção e a erradicação do trabalho escravo nas cadeias produtivas de
empresas nacionais e internacionais.

Visão

Brasil livre do trabalho escravo.

Apoiadores Institucionais

Associados

O que são nossos 10 compromissos

Faça parte
  • Reconhecer a legitimidade da “Lista Suja” produzida pelo Ministério do Trabalho;

  • Definir restrições comerciais a pessoas físicas e jurídicas inseridas na “Lista Suja”;

  • Promover a regularização das relações de trabalho na cadeia de valor;

  • Apoiar ações voltadas para a qualificação profissional de trabalhadores resgatados e vulneráveis;

  • Apoiar ações de reinserção de trabalhadores resgatados e vulneráveis;

  • Promover ações de informação e comunicação visando a prevenção ao trabalho escravo;

  • Apoiar e participar de articulações do InPACTO;

  • Sistematizar, divulgar e compartilhar boas práticas para prevenção e erradicação do trabalho escravo;

  • Participar do processo de monitoramento periódico realizado pelo InPACTO;

  • Desenvolver um plano para a implementação dos compromissos assumidos junto ao InPACTO.

Transparência

Em Construção

Notas públicas

10/08/2018

Nota InPACTO sobre trabalho análogo ao escravo em fazendas de café

22/06/2018

Monitoramento 2018 dos Compromissos do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo

17/10/2018

Nota InPACTO sobre nova Portaria

11/10/2017

Nota de repúdio

17/10/2018

Monitoramento dos Compromissos do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo

17/10/2018

InPACTO defende publicação da Lista Suja

10/08/2018

Nota InPACTO sobre trabalho análogo ao escravo em fazendas de café

22/06/2018

Monitoramento 2018 dos Compromissos do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo

17/10/2018

Nota InPACTO sobre nova Portaria

17/10/2018

Monitoramento 2018 dos Compromissos do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo

17/10/2018

Nota InPACTO sobre nova Portaria

inPacto na mídia

Relatório Anual 2018: conheça nossos desafios e conquistas

Editorial: Reflexões sobre os 5 anos de atuação do...

Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo