Direitos não entram em recesso: Denuncie trabalho análogo à escravidão e trabalho infantil no Carnaval
O Carnaval é festa, cultura e para muitas pessoas, trabalho. Em um período de alta movimentação e consumo, com contratações rápidas, terceirizações e muita informalidade, aumentam os riscos de trabalho análogo à escravidão e de trabalho infantil — violações que podem passar despercebidas em meio à correria da folia.
Fique atento a sinais como jornadas exaustivas, falta de pausas, água, banheiro e equipamentos básicos, condições degradantes, controle por terceiros, ameaças, dívida, retenção de documentos — e crianças ou adolescentes trabalhando. Situações assim não são “bicos” nem “ajuda”: são violações de direitos e precisam ser interrompidas, com proteção às vítimas e responsabilização de quem se beneficia.
Se você presenciar ou suspeitar, denuncie. A denúncia é sigilosa e ajuda a acionar a fiscalização e a rede de proteção.
📌 Canais oficiais:
• Disque 100 (violações de Direitos Humanos);
• Sistema Ipê (trabalho análogo à escravidão);
• Sistema Ipê – Trabalho Infantil (crianças e adolescentes).
Carnaval bom é Carnaval com alegria e trabalho decente. Compartilhe!