28 de novembro de 2014
Nota Pública: Trabalho escravo na cadeia produtiva da Renner
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou nesta quinta-feira (27) o resgate de 37 trabalhadores bolivianos flagrados em condições de escravidão em oficinas de costura – em São Paulo e no Rio Grande do Sul – que produziam peças para a rede Renner. A operação foi realizada entre outubro e novembro com o apoio do Ministério Público do Trabalho e da Defensoria Pública da União.
Diante desde fato, o InPACTO vem a público informar que está em contato com a empresa, associada desde setembro de 2014 ao Instituto Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, para pedir maiores informações sobre as ações tomadas pela mesma no âmbito do controle de sua cadeia produtiva.
A Renner, em nota pública, afirmou que, ao saber do ocorrido, rompeu as relações comerciais com duas fornecedoras que terceirizavam sua produção com a oficina onde foi detectada a exploração do trabalho escravo de imigrantes bolivianos.
Ao associarem- se ao InPACTO, empresas e organizações se comprometem com a prevenção e erradicação do trabalho escravo em suas cadeias produtivas.
Diante desde fato, o InPACTO vem a público informar que está em contato com a empresa, associada desde setembro de 2014 ao Instituto Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, para pedir maiores informações sobre as ações tomadas pela mesma no âmbito do controle de sua cadeia produtiva.
A Renner, em nota pública, afirmou que, ao saber do ocorrido, rompeu as relações comerciais com duas fornecedoras que terceirizavam sua produção com a oficina onde foi detectada a exploração do trabalho escravo de imigrantes bolivianos.
Ao associarem- se ao InPACTO, empresas e organizações se comprometem com a prevenção e erradicação do trabalho escravo em suas cadeias produtivas.
Imagem: Reprodução/Repórter Brasil/ Igor Ojeda
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