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18 de julho de 2014

Segurança denuncia más condições de trabalho na CPTM

Segurança da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) que faz a vigilância dos trilhos para evitar roubos de cabos reclama de jornadas de trabalho de até 12 horas por dia, sem banheiro, água, abrigo para chuva ou local adequado para alimentação. A denúncia foi feita por um dos trabalhadores, funcionário da Power Segurança, empresa que presta serviço para a CPTM.
Em entrevista ao Bom Dia Brasil, o trabalhador descreveu como “péssimas” as condições de trabalho no local. Segundo ele, os vigilantes precisam andar nos trilhos a 30 centímetros de onde os trens passam em alta velocidade. Ele ainda afirmou que são obrigados a ficarem em pontos espalhados pelas linhas Coral, Safira e Turquesa, sem nenhuma estrutura. “Se quiser ir no banheiro tem que segurar até a hora de ir embora”, contou . Além das más condições de trabalhos, eles estão sujeitos à violência de bandidos.
De acordo com a reportagem, o Sindicato dos Empregados em Empresas de Vigilância afirma que “fiscaliza constantemente os postos da CPTM e move ações judiciais quando alguma irregularidade é detectada”. Segundo o Bom Dia Brasil, o Ministério do Trabalho  disse que não recebeu reclamações sobre o caso, e a CPTM não reconheceu a falta de condições de trabalho adequada e se comprometeu a apurar as cláusulas contratuais entre a terceirizada e os seguranças.
Já a Power Segurança declarou que os percursos ao lado dos trilhos são de no máximo 50 minutos e que nas estações há toda a estrutura necessária para atender aos trabalhadores. Ela também afirmou que paga o adicional de periculosidade e fornece os equipamentos de segurança adequados.
*Leia a reportagem completa no site de notícias G1
Imagem: Artur Luiz dos Santos (Creative Commons)

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