A licença-paternidade também é uma forma de promover a igualdade no mercado de trabalho.
No Especial de Dia das Mães, falar sobre licenças parentais é também falar sobre igualdade no mercado de trabalho.
O Brasil deu um passo importante com a Lei nº 15.371/2026, sancionada no final de março. A nova legislação prevê a ampliação gradual da licença-paternidade, que ainda é de 5 dias, para 10 dias em 2027, 15 dias em 2028 e 20 dias a partir de 2029. A lei também cria o salário-paternidade, reconhecendo o cuidado como parte das políticas de trabalho voltadas aos pais.
Experiências internacionais ajudam a colocar esse avanço em perspectiva. No relatório Paid leave for fathers: Recent OECD policy trends, a OCDE aponta que, em 2024, 35 dos 38 países da organização já ofereciam algum tipo de licença remunerada para pais. A Espanha aparece como referência, com 16 semanas de licença-paternidade remunerada, e a organização destaca que as licenças voltadas aos pais podem favorecer a participação masculina no cuidado, os resultados profissionais das mães e o bem-estar das famílias.
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