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6 de março de 2018

InPACTO divulga Monitoramento dos Compromissos dos Associados

Anualmente o InPACTO realiza o Monitoramento dos Compromissos do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, assumidos pelas organizações associadas ao instituto, com o objetivo de traçar um diagnóstico para identificar as dificuldades enfrentadas por cada associado e, assim, propor soluções.
“Com os resultados do monitoramento podemos direcionar nossas ações nos pontos mais sensíveis e subsidiar nossos associados com instrumentos mais eficazes para a realização do controle e mitigação de riscos em suas cadeias produtivas”, destaca a diretora executiva do InPACTO, Mércia Silva.
Além do monitoramento global, as empresas associadas recebem seu relatório individual, o que garantirá insumos para o aperfeiçoamento de seus instrumentos internos de gestão e das políticas e programas de responsabilidade social.
Entre os principais resultados do Monitoramento dos Compromissos 2017, estão:
Reconhecimento da “Lista Suja” e restrições comerciais: 56% reconhecem oficialmente a Lista como instrumento fundamental de Responsabilidade, 62% a utilizam como critério de seleção para quase todos os seus fornecedores e 52% estimulam os seus forneceres a adotá-la como instrumento de mitigação de riscos. Entre os participantes, 56% inserem cláusulas contratuais que imponham penalidades caso o fornecedor venha a ser incluído na Lista e 45% estimulam seus fornecedores a incluir cláusulas similares em contratos firmados com os seus subcontratados.
Monitoramento e Rastreabilidade na cadeia de valor: 60% realizam autorias internas ou externas para monitorar a presença de trabalho análogo ao escravo em sua cadeia de valor e 81% afirmam monitorar fornecedores críticos. É também expressiva a parcela de associados que solicitam comprovantes de quitação de débitos trabalhistas e previdenciários de seus fornecedores.
Ações em prol dos trabalhadores vulneráveis: 88% dos respondentes afirmaram promover atividades de sensibilização sobre o tema do trabalho escravo.
– Advogacy: 85% dos participantes disseram apoiar a realização de advocacy junto às diferentes esferas do poder público, sendo a forma mais comum a participação em grupos de trabalho para discutir formas de prevenção e erradicação do trabalho escravo
Boas práticas: 88% dos respondentes afirmam sistematizar e disseminar suas boas práticas, sendo os meios mais comuns os documentos institucionais e operacionais internos (81%), os relatórios anuais de sustentabilidade (56%) e os documentos oficiais para fornecedores (53%). Além disso, 59% dizem já ter se inspirado em boas práticas de outras empresas, colaborando para a promoção de uma corrente virtuosa de boas ações.
Plano de Ação: 37% dos participantes já haviam desenvolvido um plano de ação ou passaram a desenvolvê-lo depois do Monitoramento e atualmente já o implementam

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